Adjá em Flor Real
Eric Oliveira Costa e Silva, Membro do Grupo Experimental (G.E) da Academia Araçatubense de Letras (A.A.L). Draco, diante das notas da Adjá, vê nos seus sentidos, as voltas de espíritos caminhantes de um velho tempo. No Terreiro, dela soam os relógios de noites quinzenais de sábado, donde sibilavam letras, donde bailam vontades de um querer em lembranças rentes, a busca das respostas, na qual, urge no coração dos presentes a fé, o respeito e a vontade de encontrar nas almas, as soluções para suas perguntas. Sempre à espera da hora sul das ampulhetas, os olhos de Draco, não mais convidado para os trabalhos, a cada segundo de todas as horas do dia, procuram a pequena Leocácia. Um dia, as Histórias de Draco e Leocácia complementaram as odes de uma vida conjunta e tais passos, apontaram o ponteiro de tantas margens, na qual, ele, agora, triste com a distância, versastes pelos cantos a apontar um amor, intermitente. Nas ondas oculares da rememoração dos dias de Draco no ...








