“Um Palito Para Chegar na Bênção”
Membro do Grupo
Experimental (G.E) da Academia Araçatubense de Letras (A.A.L).
Entre os períodos da Quaresma e a efusão de
vitória da Páscoa, Draco se via na sua casa simples, desejoso de ter em seu
círculo, um dia de comemoração familiar. Ele mais uma vez avizinhava a sua
alma, diante do vale da dor, sentia saudades de olhar o seu amor nos astros (Sol
e Lua) e sentir a sempre presença de Leocácia.
Nos seus sonhos mais íntimos, os entendedores
já são sabedores do fato carregado por Draco, onde a todos os cantos, ele mesmo
expõe, “carrego comigo o amor celestial, junto a uma foto exposta nas telas das
televisões de todos os jornais nacionais junto a Leocácia e naquele dia, passei
a proteger do sol com seu quepe, logo à frente da sonda
não-tripulada Brasileira na entrada do discente (três) da Faculdade de
Ciências e Tecnologia (FCT) – Presidente Prudente da Universidade Estadual
Paulista (Unesp) e neste dia, conseguimos colocar com muita dificuldade e
poucos recursos, um pequeno robô em alunagem, no lado escuro da lua”.
Draco pensa em ser breve, sair a caminhar,
rumo a cidade, onde hoje e por quase toda a sua, vive Leocácia, pois, o seu
amor marcou ano passado, toda a sua alma, nos ditames populares, Draco gamou em
Leocácia e na sua mente, pensa como seria chegar na casa da amada no dia da
Páscoa.
Draco ao imaginar uma Páscoa com o sino tocando
na tarde dominical na pequena Igreja da cidade de Braúna, pegar na mão de
Leocácia e junto dela, observar a presença de algumas crianças, ter na mesma
mesa, brindar as mesmas vontades de dar continuidade aos compromissos, sob
cânticos de alegria de Gerações Inteiras, talvez esquecidos em alguns cantos,
impregnados pela dúvida.
Agora, ao mesmo tempo, onde você (leitor),
passa seu olhar no pequeno blogue Lavras Livres. Draco ao escutar, tais cânticos,
em todos os momentos, sempre deixa claro o seu amor por Leocácia e ele, o levou,
a pedir a mão de Leocácia, aos seus pares ancestrais, não materializados em
corpos, tendo em vista, ser essa ação, uma noção básica e basílica, a
diferenciar um homem com sua limitação temporal.
Nesta hora, basta Leocácia aceitar, sentar na
Praça e tomar um sorvete de palito para esfriar lábios e dar coragem para a
partir dali ambos irem para pedir as bênçãos profícuas de seu Pai e sua Mãe.



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